quarta-feira, 3 de julho de 2013

No time to cry...minha vã-filosofia

Uma das minhas favoritas...tempos que não voltam mais.
Incrível como a música nos remete às lembranças...
Esta banda e esta música em especial...eu dirigindo o trovão azul nas tardes frias e chuvosas de domingo voltando do Araçá...choro só de lembrar o quanto era infeliz, mas o quanto minha infelicidade me fazia feliz.
Acho que este é o verdadeiro significado da vida e da morte: viver simplesmente viver.
Ao menos a experiência traz algumas respostas junto com o tempo e as rugas.
Quando nos damos conta de que não concluímos algo seja de que natureza for: amorosa ou profissional, sei lá.
Ao invés de ficarmos nos lamentando por aquilo que não conseguimos, devemos encarar a situação como algo que de fato não deveria acontecer, seja por um motivo ou outro.
Oras a minha utópica filosofia de cunho pessoal respondeu-me após tantos anos de lamentações, dores e sofrimentos que se eu tivesse vivido tudo aquilo que sonhei e aspirei, talvez hoje eu não teria a memória e a lembrança do que tenho e o amor verdadeiro daquilo que não tive e daqueles quem perdi pelo caminho.
E ainda conclui que se vivenciado o passado ele poderia não existir, porque a vivência mata mais do que a não vivência.
Então creio que descobri o verdadeiro sentido do real que para o público soa como irreal.
Meu coração fala comigo e minha alma cansada chora. 
Mas minha mente sabe a verdade.  
E só nós mesmos conseguimos ouvir as nossas próprias verdades.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Um grito pela reforma penal e educacional no Brasil

Mnha revolta é sobre aquele garotinho boliviano que foi morto no colo da mãe por bandidos...
Tenho que deixar aqui minha indignação com as leis penais brasileiras e a educação que dispomos de base.
Mais uma vez, dentre tantas outras temos como resultado de uma deformação de sociedade uma ato de extrema violência  sem justificativa.



Quero perguntar às autoridades: onde estão os Direitos Humanos?

Ao povo que protestou tanto por causas justas: por que não vão protestar por uma reforma nas nossas leis de processo penal, maioridade penal, ultratividade e retroatividade das leis...in dubio pro reo!

What hell!!! Gente o que fizeram com uma criança de 5 anos de idade no colo da mãe???

Será que isso é ser humano??? Amigos sou a favor da Lei de Talião nestes casos absurdos: olhos por olho, dente por dente.

Não dá mais para ficarmos a mercê de bandidos.

O povo acordou não é mesmo? Então que levantem novamente de suas tumbas e gritem pela vida.

Um protesto em lágrimas pela reforma processual penal em concomitante à educação.

Os primeiros indícios de consagração da Lei de talião foram encontrados no Código de Hamurabi por volta de 1700 a.C. no reino da Babilônia. 

Ao contrário do que muitos pensam talião não é um nome próprio, vem do latim talionis que significa como tal, idêntico. 

Neste sentido, a Lei consiste na justa reciprocidade do crime e da pena, sendo frequentemente simbolizada pela expressão “Olho por olho, dente por dente”.

Para muitos a penalidade [espelhada no ato] imposta pela Lei era cruel e severa, neste ponto é possível discordar, pois a Lei foi posta para trazer ordem e equilíbrio a Sociedade Mesopotâmica. Dessarte, “o mal causado a alguém deve ser proporcional ao castigo imposto: para tal crime, tal e qual a pena”. (MEISTER, 2007, p. 59)

Não raro, a sociedade era dividida em categorias sociais, onde o escravo ficava em descrédito: “Se um homem livre fura o olho de um escravo ou lhe fraturou um osso, pagará uma mina de prata.” (HAMURABI, 198º)

Para entendermos melhor os princípios da Lei de talião, segundo o Código de Hamurabi, observaremos algumas disposições da mesma:

196º – Se alguém arranca o olho a um outro, se lhe deverá arrancar o olho.
197º – Se ele quebra o osso a um outro, se lhe deverá quebrar o osso.
200º – Se alguém parte os dentes de um outro, de igual condição, deverá ter
partidos os seus dentes.
202º – Se alguém espancar outro mais elevado que ele, deverá ser espancado
em público sessenta vezes, com o chicote de couro de boi.
206º – Se alguém golpeia outro em uma rixa e lhe faz uma ferida, ele deverá
jurar: “Eu não o golpeei de propósito”, e pagar o médico.
209º – Se alguém atinge uma mulher livre e a faz abortar, deverá pagar dez
siclos pelo feto.
210º – Se essa mulher morre, se deverá matar o filho dele.

Dor física e dor da alma




Ao assitir uma palestra hoje, ouvi muito sobre sentimentos negativos que afetam nosso físico (psicossomática).
De repente percebi o quanto somatizamos em nós mesmos nosso ódio, mágoa e por vezes até inveja sem notarmos que o reflexo de nossos pensamento que são ações invisíveis são introduzidas diretamente nas doenças e dores fisiológicas.
Podemos chamar de doença da alma.
Para tal segue uma pesquisa sobre o assunto de suma importância para este entendimento.

Um estudo a respeito  dos agentes mórbidos produzirem doenças e de como o organismo se comporta diante dos mesmos, constitui um importante capítulo da Medicina, que teve em Rudolf Virchow (1821–1902) um dos seus grandes incentivadores, chamando a atenção para as modificações celulares surgidas como causa ou efeito das doenças que o comprometem.

Entre os distúrbios encontrados no ser humano estão: os que são próprios do corpo, como as doenças e os males orgânicos; os que afetam particularmente o psiquismo, que são os distúrbios mentais; os que incidem simultaneamente no corpo e seu psiquismo, que são os distúrbios psicossomáticos; os que se apresentam como distúrbios da alma, que podem manifestar-se pelos sintomas e sinais que se enquadram entre as doenças referidas, mas que se apresentam com características próprias, com vínculos etiológicos específicos e que necessitam de tratamento especializado.
O sofrimento da alma está presente tanto na dor física como na dor moral, visto que a alma participa de todos os atos da vida, e não pode alienar-se nos casos que envolvem o sofrimento humano. 
Assim, o sofrimento da alma está presente em todos os casos de sofrimento físico e pode manifestar-se por sintomas psicossomáticos de ansiedade, aflição, medo, depressão, pânico ou desespero. 
Pode advir, igualmente, em decorrência de doenças graves em pessoa da família ou da perda de entes queridos, de bens materiais ou diante de problemas econômicos, sociais ou afetivos. 
As doenças da alma podem ser causadas por agressões físicas ou morais e se caracteriza por afetar as pessoas na sua sensibilidade emocional, fazendo-as sofrer. A falta de reconhecimento das doenças da alma, como entidades nosológicas que acometem o ser humano, decorre da pouca importância que é dada aos estudos da mesma, os quais ficam restritos às religiões e às instituições esotéricas, embora a alma seja um constituinte não menos importante do organismo.
A alma é o centro de todas as potencialidades do ser humano; é de onde emanam seus pensamentos, sua inteligência, seus pendores artísticos, sua percepção científica, seu caráter, sua intuição, sua própria consciência. A ação dos pensamentos é fundamental, podendo causar doenças e dificuldades na vida, quando impregnados de emoções negativas; como também podem promover saúde e bem-estar, quando impregnados de emoções positivas. Movidos pelo propósito de estimular o progresso nos diferentes campos da Ciência, alguns autores mostram o valor do pensamento para o progresso nos diferentes setores da Medicina.
Miguel Couto, insigne professor de Clínica Médica quando encarnado, nos dizia: “A ciência mental, com base nos princípios que presidem a prosperidade do espírito, será, no grande futuro, o alicerce da saúde humana. No pensamento residem as causas.”
Do mesmo parecer é Dr. Joaquim Murtinho: “O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia e tem seus efeitos. Transformando-se em núcleo de correntes irregulares, a mente perturbada emite linhas de força que interferirão, como tóxicos invisíveis sobre o sistema endócrino, comprometendo-lhe a normalidade das funções. Mas não são somente a hipófise, a tireóide ou as cápsulas supra-renais, as únicas vítimas da viciação. Múltiplas doenças surgem para infelicidade do indivíduo desavisado. Moléstias como o aborto, a loucura, a nevralgia, a tuberculose, as afecções do coração, as úlceras gástricas e duodenais, a histeria e todas as formas de câncer podem nascer dos desequilíbrios do pensamento.
E ainda o Dr. Roberto Brólio, que exerce Clínica Médica há mais de 45 anos no estado de São Paulo, nos afirma: “A prática da Medicina deverá encontrar novos caminhos para alcançar um paradigma condizente ao exercício profissional, fundamentado no conhecimento da alma e no conceito segundo o qual as ações médicas deverão ser realizadas sob a égide do amor fraterno, procurando ver o doente além do seu corpo físico e da sua mente, alcançando a grandeza da sua alma. É na alma que se encontram as raízes de inúmeras doenças.
Dessa maneira, compreende-se que o pensamento seja indutor da saúde ou das doenças, e estas se manifestam por sintomas orgânicos, psíquicos ou psicossomáticos. Em geral esses sintomas não são identificáveis pelos recursos de diagnóstico disponíveis e se manifestam, inicialmente, por sintomas psíquicos como ansiedade, inquietação, angústia, temores, insônia, depressão, insegurança, baixa estima, medos, que podem acompanhar-se de sintomas físicos como dores localizadas ou generalizadas, distúrbios funcionais digestivos, respiratórios, circulatórios, hepáticos e outros, fazendo com que as pessoas acometidas passem intermináveis períodos de sua existência, atormentadas pelo sofrimento.
O controle dessas patologias deve basear-se, essencialmente, na terapêutica médica especializada e, paralelamente, contar com a assistência e atividades de educação espiritual, sob a responsabilidade de instituições idôneas, da preferência do necessitado, esclarecendo o indivíduo da necessidade de elevar-se, pela ação e pelo merecimento, como herdeiro de Deus, digno de participar da grandeza do Universo.

domingo, 30 de junho de 2013

Depressão ou tristeza?





Historicamente depressão é um conceito que surgiu outro dia, na verdade trata-se de algo muito novo e desconhecido.
Por muito tempo era conhecida apenas por melancolia.
Você conhece alguém que não queira ser feliz? Soa bizarro não é mesmo?
Nossa vida gera angústia e tristeza que podem gerar uma depressão.
É grave pois estamos vulneráveis a esta doença rotulada como mal do século ou doença pós-moderna.
O risco é maior de cair no abismo ao passar das barreiras leves e adentrar numa depressão profunda e daí por diante o resultado terrível, mas real: 15% das pessoas com depressão grave cometem suicídio.
O medo da depressão e a busca incessante por felicidade fizeram muita gente fugir da tristeza.
Afinal quem quer estar triste ou estar perto de alguém que o esteja?
Isto impulsionou o desenvolvimentos dos remédios que na verdade não passam de placebos: criam uma realidade que não é o da pessoa, que passa a viver num mundo utópico.
Claro que este mercado farmacêutico gerou uma receita milhionária  e é certo que profissionais gananciosos numa sincronia perfeita de ganhos, esqueceram-se o protocolo e passaram a soltar receitas médicas de antidepressivos de “baciada” deixando os pacientes com uma felicidade criada, mascarada apenas e quando voltam os efeitos...pronto: mais remédio, mais dinheiro, enfim um mercado que sobrevive as custas de um ciclo vicioso do mundo moderno.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Indignação educacional e corrupção ABL - Academia Brasileira de Letras



Por que será que a educação do nosso país não vai para frente?
Qual o verdadeiro passado do mais novo membro da ABL? Será que as pessoas sabem tudo sobre o inteligentíssimo Fernando Henrique ou pelo menos se recordam do período em que ele esteve na presidência?

A cadeira 36 da ABL (Acadêmia Brasileira de Letras) já tem um novo dono: Fernando Henrique Cardoso
O ex-presidente da república tornou-se imortal na tarde de hoje – obtendo 34 votos entre os integrantes da instituição. A eleição aconteceu no Petit Trianon, sede da ABL, no Centro do Rio..
Bem se sabe que há uma manipulação de votos dentro da academia, cá entre nós.
A vaga agora ocupada por FHC estava aberta desde a morte do escritor e jornalista João de Scantimburgo – morto em 22 de março aos 97 anos. Outros 11 concorrentes disputavam a cadeira – entre eles, o poeta capixaba Eloi Ghio e o colunista social Jeff Thomas. No pleito, foram registradas 4 abstenções e uma falta.
"A grande obra de Fernando Henrique Cardoso de sociólogo e cientista dá ainda mais corpo à Academia", afirmou Marcos Vinicios Villaça, ex-presidente da ABL. 
Após a eleição, Fernando Henrique comemorou a escolha na Fundação Eva Klabin, na Lagoa (zona sul do Rio).
Me pergunto: será mais um dos membros da sociedade secreta "Iluminatis"?
Bom pelo menos uma coisa tem que ser dita em favor de Fernando Henrique, trata-se de um homem que diferente dos demais burgueses do Brasil; que são parte de uma sociedade deformada educacionalmente  culturalmente falando, e  partem da política da famosa "carteirada" ou do "sabe com quem você está falando?".
É um homem visionário e que aproveitou-se do dinheiro para se instruir.
Pena não ter usado de forma a ajudar o povo brasileiro.

Vida e Obra
Fernando Henrique foi presidente do Brasil entre 1995 e 2002 (Pergunto: o que o ilustríssimo fez pelo brasil???)
Doutor em Sociologia e Professor Emérito da USP (Universidade de São Paulo), ele tem trabalhos nas áreas de sociologia, ciência política, economia e relações internacionais.
O sociólogo já lecionou nas universidades de Stanford (EUA), Cambridge (Reino Unido) e Paris-Nanterre (França) – entre outras. Ao todo, sua obra reúne 23 livros e mais de 100 artigos acadêmicos. Além de Fernando Henrique, outro ex-presidente faz parte hoje da ABL: o maranhense José Sarney (Não tenho nem palavras para expressar meu asco por este outro homem - é o típico senhor feudal do pós-modernismo ou contemporâneo, como preferir - corrupções e mais corrupções estão escondidas na sombra de Sarney, mas vejam só que interessante a cultura do nosso povo, logo na base da nação que é a educação - o cara também é membro da ABL).
É por este entre outros motivos que dá vergonha de ser brasileira.
Por que o povo que foi para as ruas lutar não gritou sobre isso???
E a nossa educação como fica? Nas mãos destas pessoas?

Pour Anna

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Gramática Inglês: Future going to


Usa-se no tempo  futuro na gramática da língua inglesa “going to” para expressar algo que foi planejado e portanto irá certamente acontecer. 
O futuro com o “going to” se dá da seguinte forma: 

sujeito +  presente do verbo “to be” (am, is, are) + going to + verbo principal + complemento.

Ex:
I                   am               finally             going to    travel. (sujeito)                (verbo to be)                        (complemento)                        ( future)          (verbo principal)
 
(Eu finalmente irei viajar).
 
You are going to make... 
He is going to work...
 
FormaNegativa:

Acrescentar o “not” após o verbo “to be”.
 
I am not going to come...
She is not going to travel...
They are not going to present...

Forma Interrogativa: inversão  do verbo “to be”, colocando-o no início da frase.
 
Are you going to recite a poem?  
Is he going to come for our party? 

Importante:

O uso do “going to” com o verbo “to go” deve ser evitado. 

Ex: I am going to go to São Paulo next week.

Não está errado, mas é preferível usar o presente contínuo para expressar o futuro. Soa um tanto quanto "redundante".
Portanto use-o da seguinte forma:
 
Ex: I am going to São Paulo next week.


Gramática na língua Inglesa: uso de to e for


Já que to e for tem a mesma tradução em português "PARA"- detectei uma dificuldade quanto ao uso correto desta preposição dentro da língua inglesa.
De fato existem diferenças e para tal segue abaixo breve explicação de quando usá-la.

Usa-se to para:

•     Indicar movimento ou posição;
• Para endereçamentos, oferecimento, congratulações, dedicatórias;
•    Como sinônimo de until (= till). 
    Ex: I have classes at school from Monday to/till Friday. (Eu tenho aulas na escola de segunda à sexta).


A preposição for é usada para indicar:

Finalidade;
Tempo;

Favor ou benefício.

É usada também antes de pronome pessoal seguido ou não de infinitivo.


Seguem exemplos: 
Working is not for children. (Trabalhar não é para criança).

This medicine is for her to take twice a day. (Este remédio é para ela tomar duas vezes ao dia).