quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Este vazio que está dentro de nós...

Quando percebemos que algo está faltando dentro de nós e não sabemos exatamente o que é este algo, arrastamos como se fosse um pano de fundo este sentimento nos acompanha em nossas conquistas, projetos e relacionamentos. Ficando coberto, entretanto se há um pouco de silêncio interior ele pode se manifestar claramente, mas é certo que todos nós sofremos deste vazio interior, uns com mais intensidade, outros com menos.
Esta indefinível sensação de necessidade e carência foi descrita por vários campos de estudo; filosofia, literatura, psicologia.
Na mitologia grega a mãe de Eros, o desejo é a Penúria, a falta. Os gregos colocavam a carência como origem de tudo o que desejamos na vida e para eles este gosto de escassez, insuficiência, insatisfação é a grande faísca que dá partida às nossas ações, sonhos e planos, e de certa forma isso nos alivia, pois assim conseguimos nomenclaturar este sentimento e a vida pode se reorganizar de uma maneira diferente.
Podemos reconhecer o que nos incomoda e, mais que isso, observar como essa falta primordial é capaz de conduzir, nem sempre de uma maneira sábia, a maioria dos nossos movimentos existenciais, e com base nesta nova consciência é possível regularmos de forma mais equilibrada nossos desejos.
E se já sabemos o que origina este vazio, podemos administrar melhor quando admitimos que esta falta jamais seré preenchida com ilusões de natureza material ou emocional, e assim abrandamos à fome na qual nos atiramos ás coisas e ás pessoas.
Não se trata de suprimir o desejo, mas de transformá-lo; de desejar um pouco menos aquilo que nos falta, e um pouco mais aquilo que temos; de desejar um pouco menos o que não depende de nós e um pouco mais aquilo que de fato depende.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Semana difícil...pesada...

 Já ouviram falar que uma desgraça nunca vem sozinha e sempre está acompanhada? 
Pois é...até a desgraça tem companhia...eu além de toda desgraça ainda não tenho companhia, snif, snif, snif.
 Antes apenas não comia e não dormia...agora tb não trabalho, não estudo...opa; acho que não estou tão só...e meu nome talvez seja " Desgraça ", afinal, final, fim. Ao menos descobri quem sou de verdade.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

" Quero que você me enterre "



Quero que você me enterre - frase que à princípio parece mórbida, mas se á vermos com profundidade no seu real significado perceberemos que é uma linda declaração de amor.
Seu sentido está na lógica de que não queremos que aquele que amamos morra antes que nós, ao contrário vislumbramos que o amado(a) nos enterre, ou seja, prefirimos morrer para não vê-lo(a) morto (a).
Esta frase foi citada hoje em sala de aula do curso de Letras que faço e muito me chamou atenção, pois faz parte do que penso e sinto.
É um fator pragmático dos quais dependem a coerência, ora estudado dentro do assunto de concepções da língua, seu conceito é de que aquilo que não é dito tem à ver com o contexto

Apenas resenhas de um momento

O que explica a permanência de um sentimento que não desgruda de sua alma.
As tentativas são vãs de esquecimento e perduram há anos.
Existe alguma explicação lógica, científica para tal; algum neurônio ou espasmo cerebral por exemplos?

domingo, 14 de agosto de 2011

Sociedade x banalidade

Até que ponto faz sentido ser um homem social?
Terei eu que estuprar meus gostos pessoais, minha moral e valores ímplicitos para ser um humano sociável?
A resposta é sim. Para que você se torne uma pessoa sociável é necessário que aceite os valores impostos pela sociedade e muitas vezes se vê obrigado à abdicar de valores pessoais, caso contrário não consegue um bom emprego, não consegue ter companhia, enfim, fica só em meio à milhares de pessoas, entende?
Por assim dizer sofro com este paradigma e sou denominada como " anti-social ", apenas por defender os meus valores e minha forma de viver, ainda assim, prefiro continuar sendo como sou e jamais banalizarei meu eu para fazer parte desta sociedade cruel e desumana.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sindicato dos Químicos de SP protestam contra o fim das sacolas plásticas

No dia 9 de maio, o Sindicato organizou um protesto contra a proposta de abolir a distribuição de sacolinhas pláticas nos supermercados em São Paulo. A manifestação aconteceu no Expo Center Norte e reuniu mais de 300 trabalhadores. Os trabalhadores alertam que a medida poderia pôr fim a mais de 4 mil postos de trabalho, apenas na base do Químicos de São Paulo. Estudo recente comprova que as sacolinhas não são as vilãs do meio ambiente.