quinta-feira, 18 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
" Quero que você me enterre "
Quero que você me enterre - frase que à princípio parece mórbida, mas se á vermos com profundidade no seu real significado perceberemos que é uma linda declaração de amor.
Seu sentido está na lógica de que não queremos que aquele que amamos morra antes que nós, ao contrário vislumbramos que o amado(a) nos enterre, ou seja, prefirimos morrer para não vê-lo(a) morto (a).
Esta frase foi citada hoje em sala de aula do curso de Letras que faço e muito me chamou atenção, pois faz parte do que penso e sinto.
É um fator pragmático dos quais dependem a coerência, ora estudado dentro do assunto de concepções da língua, seu conceito é de que aquilo que não é dito tem à ver com o contextoApenas resenhas de um momento
O que explica a permanência de um sentimento que não desgruda de sua alma.
As tentativas são vãs de esquecimento e perduram há anos.
Existe alguma explicação lógica, científica para tal; algum neurônio ou espasmo cerebral por exemplos?
As tentativas são vãs de esquecimento e perduram há anos.
Existe alguma explicação lógica, científica para tal; algum neurônio ou espasmo cerebral por exemplos?
domingo, 14 de agosto de 2011
Sociedade x banalidade
Até que ponto faz sentido ser um homem social?
Terei eu que estuprar meus gostos pessoais, minha moral e valores ímplicitos para ser um humano sociável?
A resposta é sim. Para que você se torne uma pessoa sociável é necessário que aceite os valores impostos pela sociedade e muitas vezes se vê obrigado à abdicar de valores pessoais, caso contrário não consegue um bom emprego, não consegue ter companhia, enfim, fica só em meio à milhares de pessoas, entende?
Por assim dizer sofro com este paradigma e sou denominada como " anti-social ", apenas por defender os meus valores e minha forma de viver, ainda assim, prefiro continuar sendo como sou e jamais banalizarei meu eu para fazer parte desta sociedade cruel e desumana.
Terei eu que estuprar meus gostos pessoais, minha moral e valores ímplicitos para ser um humano sociável?
A resposta é sim. Para que você se torne uma pessoa sociável é necessário que aceite os valores impostos pela sociedade e muitas vezes se vê obrigado à abdicar de valores pessoais, caso contrário não consegue um bom emprego, não consegue ter companhia, enfim, fica só em meio à milhares de pessoas, entende?
Por assim dizer sofro com este paradigma e sou denominada como " anti-social ", apenas por defender os meus valores e minha forma de viver, ainda assim, prefiro continuar sendo como sou e jamais banalizarei meu eu para fazer parte desta sociedade cruel e desumana.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Sindicato dos Químicos de SP protestam contra o fim das sacolas plásticas
No dia 9 de maio, o Sindicato organizou um protesto contra a proposta de abolir a distribuição de sacolinhas pláticas nos supermercados em São Paulo. A manifestação aconteceu no Expo Center Norte e reuniu mais de 300 trabalhadores. Os trabalhadores alertam que a medida poderia pôr fim a mais de 4 mil postos de trabalho, apenas na base do Químicos de São Paulo. Estudo recente comprova que as sacolinhas não são as vilãs do meio ambiente.
domingo, 7 de agosto de 2011
Palestra imperdível para área Educação!
Pierre Lévy participa do segundo encontro do Ciclo USP 2.0
agosto 5, 2011
por kddu
Universidade discute o futuro da educação no contexto das mídias digitais
Referência internacional nos estudos da cibercultura, do virtual e da inteligência coletiva, o autor e professor Pierre Lévy vai abordar o tema ‘A Aprendizagem no contexto das Redes Digitais’ no segundo encontro do ciclo USP 2.0 que acontece no dia 18 de agosto, às 14 horas, no auditório Camargo Guarnieri, na Cidade Universitária.
Após a conferência, Pierre Lévy participa de mesa redonda com Helio Chaves Filho, diretor de Regulação e Supervisão da Educação a Distância, da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC e com o professor da Universidade de São Paulo, Gil da Costa Marques, Coordenador de Tecnologia da Informação (CTI-USP), coordenador de cursos de graduação semipresencial e pós-graduação a distância da USP e professor do Instituto de Física.
Pierre Lévy é filósofo da informação, professor da cátedra de Inteligência Coletiva da Universidade de Ottawa e estuda as interações entre a Internet e a sociedade. Autor de extensa bibliografia, Lévy tem formação em História das Ciências, Sociologia e Filosofia, com experiência técnica na concepção de sistemas de informação inteligentes e é reconhecido internacionalmente pelo conceito de inteligência coletiva na era digital. Lévy foi professor na Universidade de Paris VIII de 1993 a 1998 e em 2004 foi eleito membro da Royal Society of Canada.
O Ciclo:
Idealizado pela CTI – USP e pelo Centro de Pesquisa Atopos, da Escola de Comunicações e Artes, o Ciclo USP 2.0 pretende fomentar, no âmbito da Universidade de São Paulo, o debate e a reflexão acerca do significado e das dimensões qualitativas da adoção das tecnologias digitais de comunicação e informação na universidade, com a introdução da aprendizagem em ambientes virtuais, em cursos e disciplinas a distância e semipresenciais, a digitalização das bibliotecas, os atendimentos remotos, promovidos pela telemedicina, dentre outros.
Amigos quem tiver oportunidade de ir, vá! Eu mesma o tentarei!
Moral e ética.
Como diferenciar ética de moral e vice versa.
São duas palavras parecidas , mas não iguais, entretanto caminham lado a lado.
Ética é a forma como se dá com determinadas situações, sem implicar moralmente nas atitudes do outro e principalmente saber quando parar e/ou continuar.
Moral é ter consciência de que " tal situação " ou atitude estão implicando na forma de agir do próximo ou sua mesma.
Até mesmo os siginificados são parecidos a diferença é que ética traduz em forma de agir diretamente, se certo ou errado, enquanto moral está ímplicita, mora dentro de cada indivíduo, independentemente dele agir.
Portanto temos ética e moral em nós que infelizmente, poucas pessoas tem ética porque sua moral está deturpada. E falo mais ainda quando há muito por conta do aceleramento da vida moderna e consumista que vivemos, o homem com sua ganância e ânsia de ter e ter, alcançar e alcançar, deixou de lado valores humanos, a própria moral e com isso " pisou ' no outro, deixando totalmente de lado a sua ética, afinal, final, fim.
(Pour Anna)
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