domingo, 27 de outubro de 2013

SEGUNDA DIA DO ARCANJO GABRIEL

Esta segunda-feira é governada por Gabriel, arcanjo da lua. Ele é o anjo que governa às questões ligadas às mulheres, à concepção e à clarividência natural.

Horários: 6, 13 ou 20 horas

Vela: branca

Incenso: Alfazema

Salmo 4 - êxito profissional

36 - mudanças favoráveis e êxito nos negócios

126 - proteção do lar

147 - viver em harmonia



RECEITA DE PONCHE PARA DIA DAS BRUXAS

Ingredientes:

1 litro de suco de uva ou de groselha
1 champagne ou soda
1 cacho de uvas coloridas cortadas ao meio
3 folhas de hortelã cortadas em tiras
3 maçãs em cubinhos
2 pêssegos em cubinhos
1 abacaxi em cubinhos
Gelo

Modo de fazer:
Em uma poncheira coloque o suco de uva ou a groselha, as frutas e o hortelã, misture e reserve.
Acrescente o refrigerante ou champagne e o gelo somente na hora de servir.

A cabeça bem feita de MORIN, Edgard.


Na obra de Edgard Morin, intitulada “A cabeça bem feita” ele diz que “é preciso repensar a reforma e reformar o pensamento” o que ao nosso ver deixa clara a ideia de que não basta apenas ensinar várias coisas, conceitos sem conceitos críticos, regras e mais regras, enfim, uma diversidade de tudo, enchendo a cabeça dos alunos de uma forma desconexa e sem sentido.
A grande valia de transmitir conhecimentos é tornar os conceitos, regras e tudo mais que diz respeito ao ensino-aprendizagem, tornando-os significativos. Este procedimento que faz a diferença na vida de uma pessoa está exatamente no momento em que o professor estimula uma forma de pensar crítica e reflexiva.
O maior desafio dos nossos tempos, era denominada por muitos como contemporânea ou pós- moderna, na verdade não importa o rótulo e sim o que devemos tomar de ação imediata quanto à educação é que haja uma reconstrução no processo ensino-aprendizagem.
No entanto esta reconstrução só poderá ser feita e ter o sucesso esperado se houver a colaboração do Estado e família, conforme já disposto em nossa lei maior, além de outros requisitos importantíssimos para este processo.
Enfatizamos como parte essencial  algo que nem precisaria ser dito, uma vez que já deveria estar implícito no coração de todo educador que é o amor pela docência, mas que infelizmente quase nunca está presente na profissão. Isso deve por vários fatores socioeconômicos como baixos salários, condições de trabalho deprimentes, falta de material, pouco incentivo, violência  entre outros aspectos negativos que influenciam para a descrença do educador em si mesmo.
Quando há amor o desenvolvimento no processo educacional além de prazeroso e suave, torna-se entendível, reflexivo e crítico.
Com relação às práticas pedagógicas condizente de uma cabeça bem feita existe uma preconização que se constitui e uma subjetividade que é capaz de buscar explicações, interpretações e capacidade de analisar a realidade.
Para Morin se faz necessária a construção de conhecimentos pertinentes. Ele chama de pertinente, “aquilo que seja capaz de situar qualquer informação em seu contexto, e se possível, no conjunto em que se está inscrito” (MORIN, p.15)
A educação escolar deve ensinar a fundamentar racionalmente o conhecimento.
Este conhecimento que se constrói nas escolas nos desafiam a sermos instrumentos para uma prática de intervenção racional e sensível, constituindo-nos como meio para o desenvolvimento de uma consciência crítica no processo de reprodução das práticas sociais.
Nossa capacidade de nos tornar sujeitos informados, conscientes e agir politicamente em sociedade, na vida, mas esta postura irá depender da compreensão que teremos diante da realidade.
Em suma este livro traz em si que “a cabeça bem feita” deve ter conceitos aprendidos de fato, no seu inteiro teor ou seja em profundidade verdadeira, qualitativamente e não somente conceitos memorizados numa quantidade de vários assuntos sem o menor propósito real que chega a ser utópico.
A grande questão é a qualidade e não a quantidade.

Uma cabeça bem feita é estar consciente do aprendizado que lhe foi transmitido e saber refletir e utilizá-lo da maneira correta e consequente ou seja, com propriedade do conhecimento e qualidade.

(Resumo opinião sobre a obra ref estágio supervisionado do curso de Letras/Inglês da Universidade da Cidade de São Paulo de autoria Ana Paula Lacalendola)

sábado, 26 de outubro de 2013

RITUAL PARA DIA 31 DE OUTUBRO

Você deve se vestir de branco de tal forma que se sinta bela e feminina.
1) Dance com leveza e se dirija àquilo que considera a força superior: Deus, o Grande Espírito, Tao, Luz (da forma que ele conhece).
2) Após a dança, você deve colocar quatro símbolos que representam os elementos da natureza no chão, sendo ao norte ÁGUA; ao sul, FOGO - através de uma vela acesa; à leste, AR - representado por penas ou por incenso aceso; à oeste, TERRA - representada por um punhado de terra ou por pedras.
3) Deve haver espaço entre os símbolos para que você possa ficar entre eles então para em frente de cada elemento, por alguns minutos, recebendo a qualidade de cada elemento: Da Terra recebe prosperidade, beleza e estabilidade. Da Água recebe juventude, sensualidade, adaptabilidade, flexibilidade. Do Fogo recebe atividade, poder, brilho. Do Ar recebe suavidade, leveza, harmonia.
4)Depois que meditou em frente de cada elemento, que silenciou e recebeu suas qualidades posicione-se ao centro, integrando todas as qualidades, todas os elementos, e então dirija sua atenção à um objetivo elevado. Quanto mais elevado o objetivo mais energia ela obterá.
5)Por alguns minutos visualize seu objetivo, completamente, como se já o tivesse conquistado. Ao final da visualização, a mulher deve sentir bem estar, alegria e satisfação. Este é um sinal de realização próxima deste objetivo.

FELIZ DIA DAS BRUXAS!

Novo acordo ortográfico

Para o novo acordo ortográfico,nosso alfabeto (brasileiro) passa a ter 26 letras e não 23. As letras K,e W passam a incluir o alfabeto da língua portuguesa.
Emprego das letras K, W e Y
a) Em abreviaturas e como símbolos de uso internacional: km (quilômetro), kg (quilograma), K (potássio), Kr (criptônio), kW (quilowatt), kWh (quilowatt-hora), W (Oeste), w (watt).
b) Em palavras estrangeiras, não-aportuguesadas: Know-how, show.
c) Em nomes próprios estrangeiros e seus derivados: Wagner, wagneriano, Washington, Byron, byroniano, Kant, kantismo.
Emprego da letra H
a) No início, quando não representa nenhum fonema é determinado pela tradição escrita ou etimologia: hélice, homem, hoje, helicóptero, humanidade.
b) Nos dígrafos CH, LH, NH: chave, chuva, malha, minha
c) Ao fim de algumas interjeições: Ah! Ih! Oh!
Atenção! Em vocativo escreve-se ó!
d) Em palavras compostas onde o segundo elemento se une ao primeiro por hífen: super-homem, pré-história, bem-humorado, mal-humorado
Emprego do dígrafo SC
Em palavras provindas do latim: nascer.
Emprego das consoantes mudas
a) As consoantes que não se pronunciam não devem ser escritas: diretor, assinar etc.
b) As consoantes que não variam quando pronunciadas devem ser preservadas: eucalipto, convicção, dicção, ficção, fórceps etc.
c) É facultativo o uso das letras B, C, G e P (seguidas de consoante), desde que não se altere o sentido da palavra: contacto ou contato, sumptuoso ou suntuoso, secção ou seção etc.
Emprego das consoantes dobradas
Em português duplicam-se somente as letras C, R e S: fricção, forro, passo.
Atenção! RR e SS são usados entre vogais quando representarem os seus respectivos sons simples: carro, massa. Também dois elementos se unirem e um terminar em vogal e o outro começar por R ou S: pressentir, prerrogativa. 
Emprego das letras G e J
a) Escrevem-se com G:
Os substantivos que terminam em -GEM (-gema): viagem, friagem, algema etc.
Exceções: pajem e labujem.
As palavras que terminam em -GIO: relógio, estágio etc.
Os verbos terminados em -GER e -GIR: ranger, surgir etc.
b) Escrevem-se com J:
As palavras derivadas das terminadas em -JA: laranjada (de laranja); lojinha (de loja).
As formas de conjugação dos verbos em -JAR: arranjei (de arranjar); viajar (de viajei); beijou (de beijar).
As palavras de origem indígena, africana ou popular: jeca, jiboia, jenipapo, Moji etc.
Outras palavras: jerimum, jeito, pajem, majestade etc.
Emprego da letra S
a) nos monossílabos: ás (carta do jogo de baralho, pessoa exímia em alguma atividade), três, mês, gás etc.
b) nos oxítonos: aliás, retrós etc.
c) nos nomes próprios: Inês, Luís, Luísa, Sousa, Queirós etc.
d) nos adjetivos pátrios terminados em -ÊS: português, japonês etc.
e) nas flexões de PÔR e QUERER e seus derivados: puser, quis, repôs, supus, requisesse etc.
f) nos verbos terminados em -ISAR, com -S etimológico: avisar, alisar, paralisar etc.
g) nas seguintes palavras: ânsia, turquesa, empresa, espontâneo, esplendor, fase etc.
Emprego da letra X
a) depois de ditongo: faixa.
b) geralmente depois da sílaba inicial EN: enxada, enxaguar, enxurrada etc. -- exceção é feita aos vocábulos derivados de outros com CH: encharcar (de charco), enchumaçar (de chumaço), encher (de cheio) etc.
c) em palavras de origem indígena ou africana: abacaxi, Caxambu.
d) em outras palavras: xarope, xícara, Oxalá, praxe.
Observação:
Usa-se a letra X para representar o som de SS (sintaxe), CH (xarope), Z (exame) e CS (tóxico).
A letra X pode formar dígrafo com a letra C: excitar, excessivo etc.
Emprego da letra Z
a) nos derivados em -ZAL, -ZEIRO, -ZINHO, -ZITO.
b) nos derivados das palavras terminadas em Z: enraizar (de raiz).
c) nos verbos com sufixo -IZAR.
d) abstratos com -EZ, -EZA: estupidez, pobreza.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Pour Edgar Allan Poe


Eu nunca fui desde a infância jamais semelhante aos outros. Nunca vi as coisas como os outros as viam. Nunca logrei apaziguar minhas paixões na fonte comum.

Nunca tampouco extrair dela os meus sofrimentos. 
Nunca pude em conjunto com os outros despertar o meu peito para doces alegrias,
E quando eu amei o fiz sempre sozinho. 
Por isso, na aurora da minha vida borrascosa evoquei como fonte de todo o bem o todo o mal. 
O mistério que envolve, ainda e sempre, 
Por todos os lados, o meu cruel destino..."

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Origem do dia do professor - 15 de outubro


A criação da data se deu em virtude de D. Pedro I, no ano de 1827, ter decretado que toda vila, cidade ou lugarejo do Brasil, criasse as primeiras escolas primárias do país, que foram chamadas de “Escolas de Primeiras Letras”, através do decreto federal 52.682/63.
Os conceitos trabalhados eram diferenciados de acordo com o sexo, sendo que os meninos aprendiam a ler, a escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém no lugar de geometria entravam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.
A ideia de fazer do dia um feriado surgiu em São Paulo, com o professor Salomão Becker, que propôs uma reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas, trocas de experiências etc.
A reunião foi um sucesso e por este motivo outras escolas passaram a adotar a data, até que ela se tornou de grande importância para a estrutura escolar do país.
Anos depois a data passou a ser um feriado nacional, dando um dia de descanso a esses profissionais que trabalham de forma dedicada e por amor ao que fazem.