terça-feira, 9 de julho de 2013

Filosofando e aprendendo a viver


Quando descobrimos que a fé não significa 
Expressar nossa devoção em imagens ou religiões.
Mas sim acreditarmos em nós mesmos.
Percebemos o quanto somos capazes
De operar milagres.
O grande segredo da vida
Acontece quando o ser humano
Descobre a própria capacidade
Que fica escondida dentro de si.
Sabedoria é encontrarmos o que está oculto
Da nossa inteligência emocional
E transformá-la em ações verdadeiras
De transformação e transmutação
Para mim esta é a verdadeira fé:
Quando passamos a acreditar em nós mesmos
E pronto.
Não tenho religião alguma
Mas acredito muito mais do que muitos
Que se dizem crentes em deus ou no diabo
E vivem enterrados em templos ou afins.
Como disse tudo é relativo
E a melhor coisa que temos a fazer
É fazer o nosso melhor enquanto vivos
Porque deixamos em memória
Aquilo que fazemos de bom
E o bom é tudo aquilo que significa algo importante
E faz a diferença na vida de outrem.
Bom acho que estou filosofando demais.
Tenho que parar de ler um pouco e estudar.
Apesar que o maior estudo prático
É a experiência que temos
Ao longo dos anos vividos.

Observação: este não é um processo simples e fácil, requer tempo para reflexão e conscientização de atitudes e atos que tomamos; dentre os quais aprendi que o apego excessivo e o perdão são um dos principais pontos para aprendermos a evoluir e confesso ainda estou trabalhando nisso.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A história de Bezerra de Menezes - exemplo de brasileiro


Existem pessoas que vem a este mundo e não passam simplesmente; deixam um pouco de si e carregam um pouco de nós.
Dentre muitas pessoas que tenho admiração uma delas é este médico eterno do bem.
Ele simplesmente foi um homem comum e como muitos brasileiros, passou por várias dificuldades financeiras que quase o fizeram esmorecer, mas ele não o fez e continuou tornando-se brilhante médico.
Respondeu à vida com ações de bondade e solidariedade ao invés de arrogância, como ocorre na maioria dos médicos formados.
Este é o "cara". Amigos resolvi falar um pouco sobre a vida dele porque apesar de ouvirmos falar bastante este nome atrelado à Filosofia Espírita, poucos sabem sa real história de vida de Bezerra, que de fato é um exemplo para ser seguido.
Anteriormente postei também sobre Ben Carson, que também foi um exemplo de perseverança na medicina.
Bem poderia este médico ser o próximo Bezerra de Menezes americano, já que sua bondade e força de vontade está presente em todos os seus trabalhos.
Para mais informações, basta visualizar post anterior a este.
Segue abaixo a história do Drº Bezerra e Menezes.
Um ser humano que passa para a história como um exemplo de devoção ao próximo.
Hoje em dia, mais do que nunca, um exemplo que deve ser observado com muita atenção.
Ele foi um homem que lutou pelos direitos e liberdades dos espíritas, foi uma das personalidades públicas mais conceituadas do Brasil na segunda metade do século 19, e conseguiu dar uma nova orientação e ânimo ao Espiritismo no país.
O resultado de sua obra se estende até esse início de século 21, com a multiplicação de centros e comunidades espíritas que carregam, mais do que o seu nome, sua postura diante da vida e o esforço em ajudar o próximo sem esperar qualquer tipo de recompensa.
Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu em Riacho do Sangue, no Ceará, em 29 de agosto de 1831, descendente das primeiras famílias que vieram do sul para povoar o Ceará. Começou seus estudos na escola pública em 1838 e, em 1842, foi para o Rio Grande do Norte: sua família teve de se transferir por motivos políticos, uma vez que eram liberais e estavam sendo perseguidos. Retornou ao Ceará em 1846, completando seus estudos em Fortaleza.
Bezerra de Menezes foi para o Rio de Janeiro em 1851 e, a partir de novembro de 1852, entrou como interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia, auxiliando o dr. Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, famoso cirurgião da época. 
Com dificuldades financeiras até para pagar seu aluguel, Bezerra contou que, certo dia, ao baterem à sua porta, ele imaginava que seria o senhorio cobrando o aluguel que ele não poderia pagar, no entanto era um jovem que o procurava para ter aulas de matemática, uma matéria que Bezerra não suportava. 
O jovem lhe deixou um pagamento adiantado e marcou uma data para a aula. Bezerra foi à Biblioteca Pública estudar a matéria e, ao voltar para a aula, o jovem não apareceu. Segundo ele, nunca mais o reviu ou ouviu falar dele, mas conseguiu pagar o aluguel. "Foi a única vez", disse Bezerra, "que estudei a fundo uma lição de matemática, e ela me valeu de alguma coisa".
Em 1856,  conseguiu obter seu doutorado pela Faculdade de Medicina, defendendo a tese Diagnóstico do Cancro.
Depois de sua formatura, resolveu modificar seu nome, abandonando o sobrenome Cavalcanti. Posteriormente, em 1857, candidatou-se ao quadro de membros da Academia Imperial de Medicina, apresentando o trabalho Algumas Considerações sobre o Cancro, Encarado pelo Lado do Seu Tratamento. Em 1858, candidatou-se a uma vaga na Seção de Cirurgia da Faculdade de Medicina e, no mesmo ano, o então nomeado cirurgião-mor do Exército, seu professor Manoel Feliciano, nomeou Bezerra de Menezes seu assistente, com o posto de cirurgião-tenente. De 1859 a 1861, fez a redação dos Anais Brasilienses de Medicina, da Academia Imperial de Medicina.
Posteriormente, iniciou um período de atividades políticas que fariam com que seu nome se tornasse ainda mais conhecido no país. Na época, ele residia e clinicava em São Cristóvão, e foi convidado por amigos para ingressar na vida política, começando como vereador, em 1860. Em 1867, chegou a deputado; em 1878, foi líder do Partido Liberal, e de 1878 a 1880, presidente da Câmara Municipal.
Encerrou suas atividades políticas em 1885, ainda que seu nome tenha sido cogitado para senador pelo Rio de Janeiro, pouco antes da proclamação da república.
Canuto Abreu, um dos mais importantes historiadores do Espiritismo no Brasil, escreveu que outra missão o aguardava, não para que ele fosse coroado de louros, mas para que tivesse uma tarefa ainda mais importante, servindo ao seu país de uma forma que se mantém na memória e rende frutos até hoje.
Nessa época, o Espiritismo já começava a ter um grande destaque no país, e cada vez aumentava o interesse pelo assunto, atraindo mais e mais pessoas. Assim, em 1875 surgia a primeira edição brasileira de O Livro dos Espíritos, traduzido por Joaquim Carlos Travassos, que ofereceu um exemplar ao dr. Bezerra de Menezes. Segundo consta, Bezerra relatou o seguinte, ao ler o texto: "Lia, mas não encontrava nada que fosse novo para meu espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim! Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava em O Livro dos Espíritos. Preocupei-me seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, como se diz vulgarmente, de nascença".
Ao mesmo tempo em que entrava em contato com o Espiritismo, Bezerra de Menezes continuava seu trabalho como médico, destacando-se por sua postura humanista, atendendo pessoas sem condições de pagar o tratamento e até mesmo indigentes. No livro Lindos Casos de Bezerra de Menezes (LAKE), de Ramiro Gama, essa postura do "médico dos pobres" fica bem clara num texto em que ele fala sobre a atitude ideal de um médico: "O médico verdadeiro é isto: não tem o direito de acabar a refeição, de escolher a hora, de inquirir se é longe ou perto. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado e achar-se fatigado ou por ser alta a noite, mau o caminho e o tempo, ficar perto ou longe do morro; o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou que diz a quem lhe chora à porta que procure outro – esse não é médico, é negociante da medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura".
A adesão pública ao Espiritismo surgiu em 1886, com sua filiação à Federação Espírita Brasileira, e com um famoso discurso proferido no dia 16 de agosto daquele ano, no salão da Guarda Velha. Alguns pesquisadores afirmam ainda que, com o pseudônimo de Max, ele começou a escrever para o jornal O Paiz em 1886; outros dizem que foi no ano seguinte. O mais importante, no entanto, é que os textos de Bezerra de Menezes chegam a ser considerados entre os mais importantes estudos filosóficos e doutrinários do Espiritismo no país, além de defenderem a doutrina de uma série de ataques que começava a sofrer.
Após passar por uma séria provação em 1888, quando perdeu dois filhos, Bezerra de Menezes aceitou a presidência da Federação Espírita do Brasil no ano seguinte, num momento em que a Federação passava por maus momentos. Grupos diferentes discutiam os rumos do Espiritismo, divididos entre os chamados "místicos" e os "científicos". O que ele fez foi um trabalho de conciliação e harmonização dos ideais espíritas, realizando uma reformulação no Espiritismo brasileiro. No mesmo ano, atuava como presidente da Casa de Ismael, iniciando o estudo de O Livro dos Espíritos, realizando sessões semanais também na FEB.
Em 1890 e 91 foi vice-presidente da FEB, época em que também traduziu o livro Obras Póstumas, de Allan Kardec. Mas foi uma época em que Bezerra de Menezes esteve mais afastado da Federação, dedicando-se mais ao Grupo Ismael e aos estudos de Kardec e Roustaing.
Já ao final de 1891, a FEB passava por divergências internas e ataques externos abalando o Espiritismo, situação agravada pela instabilidade política do país, que ampliava a divisão entre os espíritas. Essa situação se estendeu até 1895, quando as finanças da entidade já estavam bastante prejudicadas. Assim, a pedidos, Bezerra voltou a assumir a presidência, cargo que estava vago, sendo considerado o único espírita capaz de reverter a situação.
Com sua postura nada ambiciosa e desapegada das coisas materiais, Bezerra de Menezes conquistou a admiração de muitas pessoas, mas também teve problemas, sendo reduzido à pobreza em 1892. Mas não abandonou a luta em favor do Espiritismo, escrevendo sua seção dominical de O Paiz, artigos para o Reformador, e romances. Segundo alguns historiadores, Bezerra manteve-se como uma das poucas, senão a única voz a defender o Espiritismo no país, nessa época conturbada.
Ele se manteve como presidente da FEB até desencarnar, no dia 11 de abril de 1900. Deixou como grande alteração a orientação evangélica da Federação, recomeçando o estudo sistemático de O Livro dos Espíritos, realizando sessões públicas, e atraindo cada vez mais pessoas e conquistando um respeito crescente para o Espiritismo.
Não é por acaso que chegou a ser chamado de "o Kardec brasileiro", e sua obra mais consistente – e que encontra paralelos ainda hoje, em inúmeras obras assistenciais –, foi a que se refere à ajuda aos pobres e necessitados, não pensando duas vezes na prestação de serviços e em dividir o pouco que possuía.
No mundo extremamente materialista em que vivemos nesse início de século, é um exemplo que deve sempre ser seguido.

domingo, 7 de julho de 2013

The true history by Ben Carson - one lesson of life

Ben Carson was born in Detroit, Michigan, on September 18, 1951. His mother, though undereducated herself, pushed her sons to read and to believe in themselves. Carson went from being a poor student to receiving honors and he eventually attended medical school. As a doctor, he became the Director of Pediatric Neurosurgery at Johns Hopkins Hospital at age 33, and became famous for his ground-breaking work separating conjoined twins.
Early Life
Benjamin Solomon Carson was born in Detroit, Michigan, on September 18, 1951. The second son of Sonya and Robert Solomon Carson, Ben grew up in the hardened climate of inner-city Detroit. Ben's mother was raised in Tennessee in a very large family. She dropped out of school in the third grade.
With not much hope or prospects in life, she married Baptist minister Robert Carson when she was 13, believing that he would change her life. The couple moved to Detroit, Michigan, and for a time, the marriage was a success. Carson showered his wife with gifts and attention. But over time, Robert Carson changed. Though benevolent, he could also be domineering and erratic. In time, Sonya felt it was best for her sons if she and Robert divorced.

Ben was 8 and Curtis, Ben's brother, was 10 when Sonya was left to raise the children on her own. The family was very poor, and to make ends meet Sonya sometimes took on two or three jobs at a time in order to provide for her boys. Most of the jobs she had were as a domestic servant. There were occasions when her boys wouldn't see her for days at a time, because she would go to work at 5:00 a.m. and come home around 11:00 p.m., going from one job to the next.

Carson's mother was frugal with the family's finances, cleaning and patching clothes from the Goodwill in order to dress the boys. The family would also go to local farmers and offer to pick corn or other vegetables in exchange for a portion of the yield. She would then can the produce for the kids' meals. Her actions, and the way she managed the family, proved to be a tremendous influence on Ben and Curtis.
Sonya also taught her boys that anything was possible. By his recollection many years later, Ben Carson had thoughts of a career in medicine, though it was more of a fantasy many young children harbor as they grow up. Because his family was on medical assistance, they would have to wait for hours to be seen by one of the interns at the hospital. Ben would listen to the pulse of the hospital as doctors and nurses went about their routines.
Occasionally, there'd be an emergency and he could hear in people's voices and in their quick movements the pace and emotions rise to meet the challenge. He'd hear the PA system call for a "Dr. Jones" and fantasized that one day they'd be calling for a "Dr. Carson."

Both Ben and his brother experienced difficulty in school. Ben fell to the bottom of his class, and became the object of ridicule by his classmates. He developed a violent and uncontrollable temper, and was known to attack other children at the slightest provocation. 

The poverty he lived in and the difficult times he experienced in school seem to exacerbate the anger and rage.


Determined to turn her sons around, Sonya limited their TV time to just a few select programs and refused to let them go outside to play until they'd finished their homework. She was criticized for this by her friends,
who said her boys would grow up to hate her. But she was determined that her sons would have greater opportunities than she did.
She required them to read two library books a week and give her written reports, even though with her poor education she could barely read them. She would take the papers and review them, scanning over the words and turning pages. Then she would place a checkmark at the top of the page showing her approval.
At first, Ben resented the strict regimen. While his friends were playing outside, he was stuck in the house, forced to read a book or do his homework. But after several weeks of his mother's unrelenting position, he began to find enjoyment in reading. Being poor, there wasn't much opportunity to go anywhere. But between the covers of a book he could go anyplace, be anybody and do anything.
Ben began to learn how to use his imagination and found it more enjoyable than watching television. This attraction to reading soon led to a strong desire to learn more. Carson read books on all types of subjects and found connections between them. He saw himself as the central character of what he was reading, even if it was a technical book or an encyclopedia. He read about people in laboratories, pouring chemicals into a beaker or flask, or discovering galaxies, or peering into a microscope.
He began to see himself differently, different than the other kids in his neighborhood who only wanted to get out of school, get some nice clothes, and a nice car. He saw that he could become the scientist or physician he had dreamed about. Staying focused on this vision of his future helped him get through some of the more difficult times.
Within a year, Ben Carson was amazing his teachers and classmates with his improvement. The childrens' books he read while he was confined to quarters now had relevancy in school. He was able to recall facts and examples from the books and relate them to what he was learning in school. In 5th grade, Ben astonished everyone by indentifying rock samples his teacher had brought to school.
As he recalled several years later, he began to realize that he wasn't stupid. Within a year he was at the top of his class, and the hunger for knowledge had taken hold of him. It wasn't easy in the predominantly all-white school, though. After Ben received a certificate of achievement at the semester break, one of the school's teachers berated the white students for letting a black student get ahead of them academically.
Ben also had several teachers along the way who expressed a strong interest in his success. After he demonstrated his proficient knowledge of rocks in his 5th grade class, his teacher asked Ben to come by the school's lab after classes ended for the day.

There Ben found squirrels to feed and a tarantula to observe. He discovered the wonders of using a microscope to study water specimens, and learned about paramecium and amoebas.
Later, at Southwestern High School in inner-city Detroit, his science teachers recognized his intellectual abilities and mentored him. Other teachers helped him to stay focused when outside influences pulled him off course.
After Ben graduated with honors from high school,
he knew he wanted to pursue a medical career. But because his mother was not financially well off, Carson had to work through most of his time in college. The automobile industry was facing a downturn in Detroit during the 1970s, making it tough to get a summer job.
But Carson was determined to achieve his goals. He knocked on doors looking for summer work and usually, through persistence, was able to obtain one. From this work, and a scholarship, he attended Yale University and earned a B.A. degree in psychology.

Despite his academic successes, Ben Carson still had a raging temper that translated into violent behavior as a child. One time he tried to hit is mother with a hammer because she disagreed with his choice of clothes. Another time, he inflicted a major head injury on a classmate in a dispute over a locker. In a final incident, Ben nearly stabbed to death a friend after arguing over a choice of radio stations.
The only thing that prevented a tragic occurrence was the knife blade broke on the friend's belt buckle. Not knowing the extent of his friend's injury, Ben ran home and locked himself in the bathroom with a Bible. Terrified by his own actions, he started praying, asking God to help him find a way to deal with his temper. He found salvation in the book of Proverbs in a passage that went, "Better a patient man than a warrior, a man who controls his temper than one who takes a city."
Ben began to realize that much of his anger stemmed from putting himself in the center of everything. Anytime anything happened that was not to his liking, he internalized it and made it his problem. Once he took himself out of the equation, he could see that not everything was directed at him and that he wasn't the only one with troubles.
He began to see things from other points of view. He soon realized he could control his anger, rather than it controlling him. He realized his future depended on the choices he made and the degree of energy he put into his life. Seeing that living in the inner city was only temporary, Carson believed he had the full power to change his situation.
After graduating from Yale in 1973, Carson enrolled in the School of Medicine at the University of Michigan, choosing to become a neurosurgeon rather than a psychologist. In 1975, he married Lacrena "Candy" Rustin whom he met at Yale. Carson earned his medical degree, and the young couple moved to Baltimore, Maryland, where he became a resident at Johns Hopkins University in 1977. His excellent eye-hand coordination and three-dimensional reasoning skills made him a superior surgeon early on.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Dica de filme: Arte, amor e ilusão - The shape of things



Trata-se de um jovem que trabalha como segurança em um museu. Ele conhece uma moça que infringiu duas normas internas: tirou fotografias de uma estátua e pulou o cordão de isolamento. 
Esta garota  faz faculdade de Belas Artes e está pronta para fazer algo mais grave: pintar um grande pênis na estátua, pois não aceita arte falsa. 
Adam alega que é uma peça original, então ela diz que uma folha em gesso foi posta "em nome da moralidade" para cobrir os genitais da estátua e isto a transforma em uma peça falsa.
Ao conversarem eles notam que se conheciam de uma locadora, onde Adam também trabalhava. Ele então a convida para jantar e logo os dois estão namorando. Em pouco tempo Phillip (Fred Weller) e Jenny (Gretchen Mol), um casal que é amigo de Adam, repara que Evelyn está mudando muito o modo dele ser, sem ninguém imaginar qual seria o motivo. 
No início parece ser mais um filme americano sem nada de mais para se aproveitar, entretanto no decorrer da estória vão aparecendo diálogos muito bons sobre perspectivas sobre a arte e como as pessoas enxergam de forma diferente as mesmas coisas.
E não é assim mesmo que é a visão artística?

Existe uma mensagem no fim do filme: até que ponto a arte é mais importante do que os sentimentos já que os sentimentos são movidos pela arte?

Não posso colocar aqui o que acontece para colocar esta pergunta no ar, mas se alguns dos meus amigos assistirem ao filme, por favor me digam o que acharam e se possível respondam a minha dúvida.

Abçs
Anna















Frase para suavizar a insônia


Ser infeliz é fácil. O difícil mesmo é lutar para ser feliz.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

No time to cry...minha vã-filosofia

Uma das minhas favoritas...tempos que não voltam mais.
Incrível como a música nos remete às lembranças...
Esta banda e esta música em especial...eu dirigindo o trovão azul nas tardes frias e chuvosas de domingo voltando do Araçá...choro só de lembrar o quanto era infeliz, mas o quanto minha infelicidade me fazia feliz.
Acho que este é o verdadeiro significado da vida e da morte: viver simplesmente viver.
Ao menos a experiência traz algumas respostas junto com o tempo e as rugas.
Quando nos damos conta de que não concluímos algo seja de que natureza for: amorosa ou profissional, sei lá.
Ao invés de ficarmos nos lamentando por aquilo que não conseguimos, devemos encarar a situação como algo que de fato não deveria acontecer, seja por um motivo ou outro.
Oras a minha utópica filosofia de cunho pessoal respondeu-me após tantos anos de lamentações, dores e sofrimentos que se eu tivesse vivido tudo aquilo que sonhei e aspirei, talvez hoje eu não teria a memória e a lembrança do que tenho e o amor verdadeiro daquilo que não tive e daqueles quem perdi pelo caminho.
E ainda conclui que se vivenciado o passado ele poderia não existir, porque a vivência mata mais do que a não vivência.
Então creio que descobri o verdadeiro sentido do real que para o público soa como irreal.
Meu coração fala comigo e minha alma cansada chora. 
Mas minha mente sabe a verdade.  
E só nós mesmos conseguimos ouvir as nossas próprias verdades.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Um grito pela reforma penal e educacional no Brasil

Mnha revolta é sobre aquele garotinho boliviano que foi morto no colo da mãe por bandidos...
Tenho que deixar aqui minha indignação com as leis penais brasileiras e a educação que dispomos de base.
Mais uma vez, dentre tantas outras temos como resultado de uma deformação de sociedade uma ato de extrema violência  sem justificativa.



Quero perguntar às autoridades: onde estão os Direitos Humanos?

Ao povo que protestou tanto por causas justas: por que não vão protestar por uma reforma nas nossas leis de processo penal, maioridade penal, ultratividade e retroatividade das leis...in dubio pro reo!

What hell!!! Gente o que fizeram com uma criança de 5 anos de idade no colo da mãe???

Será que isso é ser humano??? Amigos sou a favor da Lei de Talião nestes casos absurdos: olhos por olho, dente por dente.

Não dá mais para ficarmos a mercê de bandidos.

O povo acordou não é mesmo? Então que levantem novamente de suas tumbas e gritem pela vida.

Um protesto em lágrimas pela reforma processual penal em concomitante à educação.

Os primeiros indícios de consagração da Lei de talião foram encontrados no Código de Hamurabi por volta de 1700 a.C. no reino da Babilônia. 

Ao contrário do que muitos pensam talião não é um nome próprio, vem do latim talionis que significa como tal, idêntico. 

Neste sentido, a Lei consiste na justa reciprocidade do crime e da pena, sendo frequentemente simbolizada pela expressão “Olho por olho, dente por dente”.

Para muitos a penalidade [espelhada no ato] imposta pela Lei era cruel e severa, neste ponto é possível discordar, pois a Lei foi posta para trazer ordem e equilíbrio a Sociedade Mesopotâmica. Dessarte, “o mal causado a alguém deve ser proporcional ao castigo imposto: para tal crime, tal e qual a pena”. (MEISTER, 2007, p. 59)

Não raro, a sociedade era dividida em categorias sociais, onde o escravo ficava em descrédito: “Se um homem livre fura o olho de um escravo ou lhe fraturou um osso, pagará uma mina de prata.” (HAMURABI, 198º)

Para entendermos melhor os princípios da Lei de talião, segundo o Código de Hamurabi, observaremos algumas disposições da mesma:

196º – Se alguém arranca o olho a um outro, se lhe deverá arrancar o olho.
197º – Se ele quebra o osso a um outro, se lhe deverá quebrar o osso.
200º – Se alguém parte os dentes de um outro, de igual condição, deverá ter
partidos os seus dentes.
202º – Se alguém espancar outro mais elevado que ele, deverá ser espancado
em público sessenta vezes, com o chicote de couro de boi.
206º – Se alguém golpeia outro em uma rixa e lhe faz uma ferida, ele deverá
jurar: “Eu não o golpeei de propósito”, e pagar o médico.
209º – Se alguém atinge uma mulher livre e a faz abortar, deverá pagar dez
siclos pelo feto.
210º – Se essa mulher morre, se deverá matar o filho dele.