segunda-feira, 8 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
1º de abril - verdadeira história sobre dia da mentira
A história sobre dia da mentira começou quando o rei da França, Carlos IX, após a
implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de
janeiro para ser o início do ano.
As notícias demoravam
muito para chegar às pessoas fato este que atrapalhou a adoção da mudança da
data.
Antes a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril.
Antes a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril.
As pessoas mais tradicionais não
gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na
data antiga e isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das
pessoas que concordaram com a adoção da nova data que passaram a fazer
brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou
convites de festas que não existiam.
Tais brincadeiras causaram dúvidas
sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do
dia 1º de abril como dia da mentira.
Mais ou menos 200(duzentos) anos mais tarde essas
brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente,
para todo o mundo ficando mais conhecida como o dia da mentira.
Na
França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido
como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril.
No Brasil, o
primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma
informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A
Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento
de D. Pedro, fato que não havia acontecido.
Crítica sobre o filme Holy Motors
Não existe uma mensagem precisa neste filme...
Foi exibido no Festival de Cannes e suscitou diversas reações e interpretações, e provavelmente nenhuma delas
está completamente certa ou errada. Uma das diversas interpretações a mais plausível está abaixo descrita:
Mas quem paga este homem? Por que ele executa esta função? O filme não
indica.
O elemento mais perturbador de Holy Motors é a
ausência de explicações: a partir de qual momento ele está fingindo? E
por quê? "Pela beleza do gesto", ele explica vagamente, referindo-se de
certa maneira à utilidade e ao propósito do cinema.
Se a história parasse por aí, teríamos um simples desfile de pequenas histórias, um filme episódico. Mas o diretor Leos Carax,
tão brutal quanto poético, desenvolve sua ideia até as últimas
consequências: ele mata o personagem em um dos encontros, apenas para
vê-lo se levantar e limpar o sangue segundos depois; ele coloca-o em uma
enrascada dentro de um bueiro, mas mostra-o de volta à rua, segundos
mais tarde, sem explicar como se salvou. Assim como todas as
representações, esta história é inconsequente, não definitiva: ela pode
recomeçar, se transformar, voltar atrás. Em seu caráter infinito e
circular, ela se difere da finitude da vida.
Reflexão:
No início tornou-se um filme intrigante então quis assisti-lo até o final.
Acreditei que a história não passava de um ator rico que ficava interpretando o dia todo e testando seus próprios limites e "dotes" artísticos.
Mas no decorrer das histórias existitam episódios com falas e diálogos profundos que me levaram à pensar em terias filosóficas ou até mesmo um fundo de parábola, a exemplo da fala onde o tio à beira da morte de seu leito luxuoso sussura para sobrinha amada:
"...quando se vê alguém que amamos morrer vivemos com mais intensidade a vida." Ou seja a mensagem de valorização da vida face à morte.
Mas no final mesmo o qual as limosines começam a dialogar quando os seus motoristas e passageiros vão embora foi de fato uma surpresa, e eu diria no mínimo bizarro. De repente naquele momento toda ideia acerca do que se tratava o filme cai por terra e dá a impressão que o autor da obra terminou daquela forma apenas para dar razão ao nome do filme:" Holy Motors".
Por que trata-se de sagrados afinal? Limosines suntuosas, imersas em luxo vagando pela cidade luz Paris e carregando atores, ou envólucros vazios que apenas representam o tempo todo e enquanto adentram no automóvel, bebem e fumam, enfim.
Seriam motores sagrados na visão das pessoas que deliciavam-se fazendo uso das limosines?
Ou seriam sagrados pelo simples fato de serem poucos veículos daquele nível de luxo na cidade?
Ou ainda seriam sagrados por aguentar tantos absurdos e inconsequências cometidas pelos motoristas e passageiros?
De fato não dá para chegar numa resposta para esta obra.
Na minha opinião não foi um dos melhores filmes, mas valeu tê-lo assistido pelo simples fato de pensar à respeito de até onde vai o pensamento do homem para conseguir atenção e causar curiosidade dos outros quando algo parece não ter muita explicação racional.
(Pour Anna)
domingo, 31 de março de 2013
Rosa da esperança
Esta manhã nasceu minha mini rosa após bastate tempo...fiquei observando-a e senti uma ponta de esperança, afinal ela está numa minúscula varanda em meio à toda poluição dos viadultos de São Paulo...
Pensei comigo mesma: as rosas costumam brotar no outono? Não sei ao certo, mas entendi que as minhas plantas brotam no outono, bem como minhas esperanças...
Preciso de algo que me traga vida e consegui enxergar naquela linda flor este algo.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Parte de um conto de uma noite de outono
Noite fria, sexta-feira, lá estava aquele homem guiando seu automóvel, rumo à mais uma de tantas noites vazias.
Enquanto ouvia em seu rádio canções saudosistas, acendia seu cigarro que exalava perfume de cravo emisturando-se com o vento que adentrava pela janela e batesse em sua face enpalidecida.
Seguia um pouco mais devagar do que de costume, percebendo detalhes que deixara passar desapercebido. E eram tantos que nem ao menos ele entendia o porque não os havia visto antes: a sensação do vento batendo no rosto, o aroma do cravo misturado à fumaça, as estátuas de olhares ora ameaçadores, ora entristecidas do jardim eterno, até mesmo o lanche frio do fim de madrugada e o caminhar até a barraca, o afagar dos cabelos, o pegar nas mãos, a música clássica tocada na estação de rádio, a amizade, o carinho, o amor...
Mas o principal que aquele homem lembrou-se fora do olhar...tudo era dito e feito naquele instante: o tempo, o mundo parava, palavras eram faladas no silêncio, poemas, poesias e canções soavam na profundidade do eterno.
Se existiu um dia conceito de "eterno"?
Sim o eterno explicava-se naquele olhar.
Muitas, muitas lembranças deixadas para trás pelo tempo.
Mas pior do que isso deixadas para trás por ele próprio.
E de repente aquele homem percebera tudo.
Tudo era nada na época para ele, mas que hoje aquele nada, poderia ser tudo: o suficiente para que ele pudesse ser feliz novamente.
E deixou levar-se por lágrimas que escurecerão suas vistas, levando-o à cometer um terrível acidente.
Apagara-se num clarão repentino e sua memórias, sua vida e o pior: sua visão também naquele noite fria de outono.
(Pour Anna)
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Tradução da letra Where are we now?
Where Are We Now?
Had to get the train
From Potzdamer platz
You never knew that
That I could do that
Just walking the dead
Sitting in the Dschungel
On Nurnberger strasse
A man lost in time near KaDeWe
Just walking the dead
Where are we now?
Where are we now?
The moment you know
You know, you know
Twenty thousand people
Cross Bose Brucke
Fingers are crossed
Just in case
Walking the dead
Where are we now?
Where are we now?
The moment you know
You know, you know
As long as there's sun
As long as there's sun
As long as there's rain
As long as there's rain
As long as there's fire
As long as there's fire
As long as there's me
As long as there's you
Tradução:
Onde Estamos Agora?
Tive que pegar o trem
Da Potzdamer Platz [Praça alemã]
Você nunca soube que
Que eu poderia fazer isso
Caminhar com os mortos
Sentado no Dschungel [Bar localizado em Berlim]
Em Nürnberger Straße [Avenida Nürnberger]
Um homem perdido no tempo perto de KaDeWe [Kaufhaus des Westens = Loja de Departamento do Oeste]
Apenas caminhando com os mortos
Onde estamos agora?
Onde estamos agora?
O momento que você sabe
Você sabe, você sabe
Vinte mil pessoas
Atravessam a Grande Bösebrücke [Ponte do Mal]
Os dedos estão cruzados
Apenas no caso de
Caminhar com os mortos
Onde estamos agora?
Onde estamos agora?
O momento que você sabe
Você sabe, você sabe
Contanto que tenha sol
Contanto que tenha sol
Contanto que tenha chuva
Contanto que tenha chuva
Contanto que tenha fogo
Contanto que tenha fogo
Contanto que tenha eu
Contanto que tenha você
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